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A fábrica do mundo

A China decidiu, há um bom tempo, ser a fábrica do mundo. 
De certa forma tenta resgatar o que ela mesma significou há centenas de anos antes do ocidente. 
Dificilmente um outro país consegue hoje fabricar algum produto técnico ou mesmo de consumo que possa ser competitivo em preço melhor do que a China é capaz. 
Um bom planejamento estratégico no Brasil precisa considerar a China, não exatamente um concorrente, mas um co-maker do que irá manufaturar aqui. 
A menos que aconteça algo profundamente desrupitivo a China seguirá esse caminho daqui para a frente. 
A maneira que vejo para uma empresa brasileira sobreviver e prosperar diante desse quadro está diretamente ligada à sua capacidade de entender que cabe a ela garantir a propriedade e evolução do “software” e saber “transferir” a  fábrica para lá. 
Agindo assim terá que mudar completamente o escopo de atuação do seu elenco concentrando-o na inovação e na conquista da preferência dos clientes, ambos invisíveis de difícil cópia.  
Não se trata de uma receita absoluta mas um ditame de mercado que impacta fortemente o ambiente empresarial, mormente no Brasil. 
Muitas organizaçōes já se adequaram a esse fenômeno embora nem todas se deram conta de que o lucro, que é o oxigênio do empreendimento, não vem do produto mas dos intangíveis que o envolve e o enriquece no foco do cliente. 
Investir agora é empenhar-se em construir uma Tecnologia Comercial que junte o fugir do igual com o exalar valor percebido para aqueles que a empresa escolheu servir. 

Autor: José Carlos Teixeira Moreira