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Desemprego de Formação

B2B

Essa inusitada colocação do prof. Paulo Carrano, da Universidade Federal Fluminense, traz um conteúdo muito oportuno para nós. 
Trata-se de uma forma interessante de caracterizar pessoas muito bem formadas em instituições de renome que não conseguem colocação no mercado. 
Um fenômeno que se mostra muito evidente, por exemplo, num grande número de formados em Marketing que se vê alijado das empresas por não ter a menor experiência em iniciativas voltadas para conquistar para a empresa a preferência do cliente.
Por conta dessa deficiência, pessoas assim se especializam e se amparam em tabelas e ferramentas como se elas fossem capazes de fazer as coisas acontecerem automaticamente. 
A experiência de campo, principalmente em Vendas, para as todos os gestores da organização, é vital para que possam ser realmente contributivos para os resultados esperados pela empresa. 
Uma forma valiosa de suprir essa carência é o líder inspirar e estabelecer, em coautoria com profissionais de várias especialidades e departamentos, projetos geradores de valor percebido pelo cliente, estruturados e conduzidos segundo trilhas que tenham começo, meio é um fim celebrado. 
Um roteiro assim se configura como um típico learnig by doing process, o qual irá assegurar um melhor nível de conhecimento e autoconfiança da equipe no saber lidar, acolher, suprir e mobilizar os clientes em prol da reputação e sucesso econômico da empresa. 
Trata-se, enfim, de um líder mais atento inverter o postulado do prof. Carrano: ao invés de formar para empregar, integrar as pessoas com a arte e ciência do fazer acontecer. 
Diante desse desafio os bons colaboradores irão atrás do que pode melhorar a sua performance. 
Sempre houve muita procura por gente que soube valorizar o saber tácito colhido no campo. 
Sobram vagas para gente assim. 

Autor: José Carlos Teixeira Moreira