Número expressivo de empresas entram em falência nos EUA
VENDAS
MARKETING
Chego a Nova Iorque e me deparo com essa triste notícia.
Quando uma empresa quebra ela faz diminuir o brilho que exala do empreendedorismo humano.
Empresas não quebram por obra do mercado, se extinguem por falta de uma essência nobre ou por deixar perder aquela que a fez ser admirada pela sua contribuição original.
Empreendimento têm muitas possibilidades de escolherem uma essência que os façam perenes.
Bons motivos existem aos montes.
As que têm realmente valor e são preferidas dos seus clientes se orientam por, pelo menos, três propósitos:
- Tudo que possa prolongar a vida humana
- Tudo que possa melhorar a qualidade de vida das pessoas
- Tudo que possa fazer um mundo melhor
Isso quer significar que os produtos e serviços que elas criam já nascem tendo o compromisso com um ou mais desses universos.
A experiência mostra que todos produtos ou serviços que estiverem muito longe disso sofrem desgaste prematuro ou terão muita dificuldade de se viabilizar no mercado.
Planejar mercadologicamente um bem, guiado pelo foco do cliente, previsto para conquistar um sucesso duradouro, pressupõe, como um dado fundamental do projeto, estar aderente, de alguma forma, àqueles três universos.
Por último e não menos importante, é notório perceber que as companhias voltadas para a geração e produção de riquezas asseguram que seus sistemas de gestão estejam comprometidos em potencializar o valor percebido da empresa no foco dos seus clientes e, partindo disso, tenham como missão simplificar os processos internos, garantindo a eficácia operacional conjugada com a saúde econômica do empreendimento.
Voltando ao triste episódio da série de empresas nos EUA, imagino que, provavelmente, não levaram em conta aspectos correlatos aos que abordei.
Preferiram que o resultado financeiro comandasse o empreendimento, prejudicando e enganando seus próprios acionistas.
Clientes são coautores do crescimento próspero de todas as empresas. Entram com o dinheiro e só esperam poder recomendar a companhia para outros tão bons quanto eles.