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Parasito: virus que só ataca os bons!

MARKETING

Parasito: virus que só ataca os bons!

 

Há profissionais que lutam muito para aparecer e serem mais respeitados nas suas organizações. 

 

Muitos desses acham que o importante é equipar-se com um tal de “marketing pessoal”.

 

Assim, passam a gastar os tubos com promoção pessoal certos de que dessa forma serão mais notados e admirados pelos seus pares, pelos seus “chefes na repartição”, por empresas de contratação e até por clientes.

 

Na busca de ser alguém no mundo industrial, que como sabemos, é fundamentado em qualidade e relações significativas, esses mais carentes acabam percebendo que os adereços consagrados no mercado de bens de consumo não produzem os resultados que previam, muito pelo contrário, acabam embaçando a identidade e idoneidade exalando desconfiança por onde eles passam.

 

Realmente, numa empresa produtora e geradora de riquezas genuínas o diapasão que amplifica o valor de seus colaboradores parte da credibilidade, da idoneidade, da competência, habilidade em fazer, senso de propriedade e sobretudo do talento que eles têm no lidar, acolher e motivar pessoas diante da diversidade cultural presente naquela comunidade de trabalho.

 

O desafio de um excelente profissional que, por sinal é quem atrai as melhores oportunidades, sempre está em saber demonstrar essas qualidades naturalmente, isto é, sem ficar falando delas ou propagandeando como se fosse uma vitrine qualquer.

 

É diante desse quadro que alguns, toscos e mal formados, se veem picados pelo Parasito.

 

Objetivo do Virus Parasito

 

Fazer a vítima fingir-se familiar e íntimo de talentos admirados e reconhecidos no mercado como fontes de grande competência naquela questão que está, no momento, sob sua responsabilidade, e teatralizar esse fingimento bem na frente de outros profissionais chaves de sua própria empresa.

 

Resultado Esperado

 

Deixar seus pares e diretores muito impressionados com essa relação, aparentemente verdadeira, de forma a torna-los mais confiantes nas ideias e soluções que o infeccionado ou já propôs ou irá propor depois desse episódio.

 

Como se vê, trata-se de uma tentativa desonesta de conferir brilho a um curriculum que nunca existiu e que agora tenta ficar iluminado pela aparente proximidade e intimidade que o sujeito tem com um talento respeitado e reconhecido no mercado por conhecer a fundo aquele assunto.

 

Talvez, assim como eu, algum de vocês, em alguma ocasião, tenha sido alvo desse Virus Parasito…

 

Sequelas mais comuns:

 

O talento, passada uma faísca de vaidade se vê simplesmente abandonado e retirado da paisagem pelo sangue-suga, sem fé nem piedade.

Acaba meditando sobre o que aconteceu e se dá conta de que foi despudoradamente usado.

Sente-se amargurado por ter sido tapeado na frente de outros executivos quem sabe importantes.

Percebe, tardiamente, que lhe roubaram tempo precioso…

Passa a ter ojeriza a gente “intímo de ocasião”.

Esparrama a dor pelos familiares e amigos mais chegados.

Esquece tudo depois de um tempo mas nunca mais esquece ter sofrido por aquilo.

 

Segue aqui uma heróica Vacina:

 

  1. Entender bem, a priori, a causa e as sequelas deixadas pelo Virus Parasito.
  2. Aprender a se protejer dos infeccionados usando a máscara da intuição.
  3. Saindo na infecção procurar mitigar a tristeza contando o caso, com humor, para aquelas pessoas admiráveis que lhe querem bem!
  4. Ah! Rezar para que Deus tenha compaixão desses indivíduos tolos, movidos por tolices.
  5. Não perder o embalo: seguir em frente sendo o melhor, o mais brilhante e mais generoso a cada dia, em sua área de expressão!

Autor: José Carlos Teixeira Moreira