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Quando o cliente aprende a tocar a música…

Boas empresas estimulam e ensinam seus clientes a conquistarem mais sucesso nos seus negócios. 
Esse compromisso as distingue das demais e as fazem sentir que zelam pela riqueza do todo. 
No entanto, empresas não existem, são de fato pessoas que se juntam diante de um propósito maior, num momento especial de suas vidas. 
Quando nós, seres humanos, aprendemos e dominamos algo passamos a incorporar tudo aquilo como se já o soubéssemos há muito tempo. 
Pessoas menos atentas e imaturas acabam esquecendo seus verdadeiros professores e deixam perder toda a reverência devida a eles. 
Essa atitude causa muita tristeza porque, em primeiro lugar, induz o aprendiz a se portar como egocêntrico, tipo professor de Deus e, em segundo lugar, porque desanima o líder professor, prejudicando o seu ímpeto de crescer, se superar e servir. 
Todos nós executivos, em algum momento, somos professores. 
É preciso que criemos uma blindagem contra essa atitude predadora que vem de fora. 
A estrutura dessa proteção, a meu ver, deveria partir dessa preciosa fala de Henry Ford: 
“Se o dinheiro é a sua esperança de independência, você nunca a terá. A única segurança real que um homem terá neste mundo é uma reserva ética de conhecimento, experiência e habilidade.” 
Completo: “traduzido num contínuo esforço em nos superarmos nos conhecimentos, nos saberes práticos e no mérito em compartilhá-los.” 
Renovar o ato de fé na reverência a todos aqueles que nos fizeram e nos fazem melhores é o passaporte para o nosso estar bem, para a nossa credibilidade e nossa reputação. 
Fazendo o cliente evoluir também nesse sentido estaremos construindo relações de muito significado e ao mesmo tempo cumprindo uma inefável obrigação social 
Quem sabe devemos ampliar o conceito ESG expressando-o como: 

  • Equidade 
  • Solidariedade 
  • Gratitude 

Autor: José Carlos Teixeira Moreira