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Vamos ao que interessa!

VENDAS

MARKETING

Esse comando, nas empresas desatentas, é o maior empecilho que elas criaram para impedir que seus colaboradores não fujam do igual, ou seja, que não inventem nada novo. 
Muitas vezes, durante uma análise interna sobre o quê um potencial cliente provavelmente espera e precisa, os profissionais de vendas mais fazedores do que pensadores cortam discussōes mais abertas e as ideias que nascem, sob o pretexto de precisarem cumprir o de sempre, que significa a obrigação de levarem a cabo o já conhecido. 
Trata-se de um hábito tentador, com base no “sempre fizemos assim e deu certo”, hábito esse infeccionado pelas práticas que foram sucesso no passado. 
O que acontece hoje em dia não é a velocidade das mudanças, mas algo muito mais dramático, a aceleração delas! 
Profissionais integrais pensam antes de fazer, pensam ao fazer e refletem depois de tudo ter sido feito, movidos por um prazeroso processo individual de evolução deliberada. 
Premidas pelo imediatismo dominante muitas empresas impedem esse movimento e se esgotam, tornando suas propostas empobrecidas commodities para o cliente. 
Inocular na cultura da companhia o ato de pensar como pressuposto para desenvolver qualquer ação valiosa é saber aproveitar da grandeza de todo o elenco da empresa. 
Ao contrário do que se pensava, o pensar e refletir faz com que o certo tenha mais chance de acontecer e trazer resultados superiores, num tempo muito menor do que uma iniciativa implantada num regime de “toca pau nas vendas”. 
Esse fenômeno, a meu ver, é a causa raiz do que conhecemos como “custo Brasil”. 
Empresas privadas, admiradas e reconhecidas pelos seus clientes e pela Sociedade, primam por produtos impecáveis e os embalam com intangíveis de difícil cópia, como a atenção e acolhimento de todas as pessoas que a companhia afeta ou são afetadas por ela. 
Para atingir esse estágio de progresso essas empresas abrem espaço internamente para um importante agenda comportamental onde o pensar vem sempre antes do fazer. 
Para os líderes dessas organizações exemplares, altamente rentáveis, é isso quer dizer o “vamos ao que interessa”! 

Autor: José Carlos Teixeira Moreira